Atendimento em Psiquiatria, Ginecologia, Pediatria, Ortopedia e Cirurgião Geral
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a partir de R$ 150,00
Diminuição da frequência evacuatória com
fezes endurecidas e eliminação difícil. Multifatorial: dieta pobre em fibras,
hidratação inadequada, sedentarismo, medicamentos, doenças
metabólicas/neurológicas. Abordagem inclui modificações dietéticas, atividade
física, hidratação adequada e, ocasionalmente, laxativos.
O que
é: Prisão de ventre, também conhecida como constipação, é a
dificuldade ou a infrequência para evacuar as fezes. Geralmente, é definida
como evacuações menos de três vezes por semana. As fezes podem ser duras,
secas e difíceis de
eliminar.
Tipos: A prisão de
ventre pode ser classificada como:
Prisão de ventre
primária (funcional): Não é causada por outra doença. Pode ser:
De
trânsito lento: O cólon não se contrai adequadamente para impulsionar as
fezes.
Defecação dissinérgica: Dificuldade em relaxar os
músculos do assoalho pélvico para evacuar as
fezes.
Prisão de ventre normal com dor: Dor abdominal e
inchaço associados à
constipação.
Prisão de ventre
secundária: Causada por outra condição médica ou pelo uso de certos
medicamentos:
Doenças neurológicas: Esclerose múltipla,
doença de Parkinson.
Medicamentos: Opioides, antidepressivos,
antiácidos com cálcio ou
alumínio.
Sintomas:
Os sintomas da prisão de ventre podem incluir:
Evacuações
infrequentes (menos de três vezes por semana)
Fezes
duras, secas e difíceis de eliminar
Esforço excessivo ao
evacuar
Sensação de que o reto não está completamente
vazio
Dor abdominal
Inchaço
abdominal
Náuseas
Perda de
apetite
Fatores de
risco:
Dieta pobre em
fibras
Desidratação
Sedentarismo
Ignorar
a vontade de evacuar
Uso de certos medicamentos
(opioides, antidepressivos, antiácidos com cálcio ou alumínio)
Idade
avançada
Sexo
feminino
Gravidez
Certos problemas de
saúde (síndrome do intestino irritável,
hipotireoidismo)
Diagnóstico:
O diagnóstico da prisão de ventre geralmente
envolve:
Histórico clínico e exame físico: Avaliação dos
sintomas e histórico médico.
Diário intestinal: Registro
da frequência e da consistência das evacuações.
Exames de
sangue: Para verificar a função tireoidiana e outros marcadores de
doenças.
Colonoscopia ou sigmoidoscopia flexível: Para
examinar o cólon e o reto e descartar obstruções ou outras anormalidades (em
casos de prisão de ventre crônica ou com sinais de
alerta).
Estudos da motilidade intestinal: Para avaliar a
função do cólon e do reto (em casos de prisão de ventre grave ou refratária
ao tratamento).
Tratamento:
O tratamento da prisão de ventre visa aumentar a frequência e a facilidade
das evacuações:
Mudanças na
dieta:
Aumentar o consumo de fibras: Frutas, vegetais,
grãos integrais, legumes.
Beber bastante
água.
Exercício físico regular:
Para estimular o movimento do
intestino.
Laxantes:
Laxantes
formadores de massa: Psyllium, metilcelulose (aumentam o volume das
fezes).
Laxantes osmóticos: Lactulose, polietilenoglicol
(atraem água para o intestino).
Laxantes estimulantes:
Bisacodil, senna (estimulam as contrações do intestino – usar com cautela e
sob orientação médica).
Supositórios ou enemas: Para
estimular a evacuação (em casos de prisão de ventre
ocasional).
Biofeedback: Técnica
para ajudar a pessoa a aprender a relaxar os músculos do assoalho pélvico e
melhorar a coordenação dos movimentos
intestinais.
Cirurgia: Raramente necessária, reservada
para casos graves de obstrução intestinal ou outras
complicações.
Prevenção:
A prevenção da prisão de ventre envolve:
Adotar uma dieta
rica em fibras.
Beber bastante
água.
Praticar atividade física regularmente.
Não
ignorar a vontade de evacuar.
Estabelecer uma rotina
regular para
evacuar.
Outras
informações importantes: A prisão de ventre é uma condição
comum que geralmente pode ser tratada com sucesso com mudanças no estilo de
vida e laxantes. No entanto, se você tiver prisão de ventre crônica,
sangramento retal, dor abdominal intensa ou outros sintomas preocupantes, é
importante procurar atendimento médico.