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Dermatose causada pela migração da larva
de Ancylostoma na pele, criando trajetos serpiginosos pruriginosos. Mais
comum em áreas expostas, adquirida pelo contato com solo contaminado por
fezes de cães ou gatos.
O que é: Bicho geográfico (larva migrans cutânea) é uma infecção da pele causada por larvas de vermes parasitas de cães e gatos (Ancylostoma braziliense e Ancylostoma caninum).
Tipos: Não há diferentes tipos de bicho geográfico, apenas variações na gravidade e extensão da infecção.
Sintomas:
Coceira intensa.
Lesões na pele com aparência de linhas sinuosas e elevadas, semelhantes a um mapa (daí o nome “bicho geográfico”).
As lesões se movem lentamente sob a pele (cerca de 1 cm por dia).
As lesões podem se tornar inflamadas e dolorosas.
Fatores de risco:
Contato direto da pele com solo ou areia contaminados com fezes de cães ou gatos infectados.
Andar descalço em praias ou parques.
Brincar em caixas de areia contaminadas.
Diagnóstico: O diagnóstico é feito pelo exame físico das lesões na pele.
Tratamento:
Medicamentos antiparasitários: Tiabendazol (pomada ou comprimidos), albendazol ou ivermectina (comprimidos).
Compressas frias: Para aliviar a coceira.
Prevenção:
Evitar andar descalço em áreas onde cães e gatos defecam.
Cobrir caixas de areia quando não estiverem em uso.
Lavar bem as mãos após o contato com solo ou areia.
Vermifugar regularmente cães e gatos.
Recolher e descartar adequadamente as fezes de animais de estimação.
Outras informações importantes: O bicho geográfico é uma infecção autolimitada, ou seja, as larvas morrem sozinhas em algumas semanas ou meses. No entanto, o tratamento alivia os sintomas e acelera a cura. A infecção não se espalha para outros órgãos do corpo.