Atendimento em Psiquiatria, Ginecologia, Pediatria, Ortopedia e Cirurgião Geral
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Doença autoimune do tecido conjuntivo
caracterizada por produção excessiva de colágeno, causando fibrose
progressiva e endurecimento da pele e órgãos internos. Apresenta
manifestações cutâneas (esclerose) e sistêmicas (pulmonar, cardíaca, renal,
gastrointestinal), com prognóstico variável.
O que
é: Esclerodermia (esclerose sistêmica) é um grupo de doenças
autoimunes raras que causam o endurecimento e espessamento da pele e do
tecido conjuntivo.
Tipos:
Esclerodermia
localizada: Afeta apenas a pele.
Esclerodermia sistêmica:
Afeta a pele e órgãos
internos.
Sintomas:
Espessamento
e endurecimento da pele
Fenômeno de Raynaud (dedos ficam
brancos ou azuis com o frio)
Problemas
digestivos
Problemas cardíacos e
pulmonares
Problemas renais
Fatores
de risco: A causa é desconhecida, mas fatores genéticos e
ambientais podem estar
envolvidos.
Diagnóstico:
Exame
físico
Exames de sangue
(anticorpos)
Biópsia da pele
Exames
de imagem e testes de função
orgânica
Tratamento:
Não há cura. O tratamento visa controlar os sintomas e prevenir
complicações:
Medicamentos
imunossupressores
Medicamentos para tratar problemas
específicos (pressão alta, problemas
renais)
Fisioterapia
Prevenção:
Não há como prevenir a
esclerodermia.
Outras informações
importantes: A esclerodermia é uma doença crônica e
progressiva, mas o tratamento pode melhorar a qualidade de
vida.