Atendimento em Psiquiatria, Ginecologia, Pediatria, Ortopedia e Cirurgião Geral
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Deformidade tridimensional da coluna
vertebral caracterizada por curvatura lateral anormal maior que 10 graus,
rotação vertebral e assimetria do tronco. Pode ser congênita, neuromuscular
ou idiopática, causando dor, limitação funcional e, em casos graves,
comprometimento cardiopulmonar.
O que
é: Escoliose é uma curvatura lateral anormal da coluna
vertebral.
Tipos:
Escoliose
idiopática: A causa é desconhecida (mais comum em
adolescentes).
Escoliose congênita: Presente ao
nascimento devido a um defeito na formação das
vértebras.
Escoliose neuromuscular: Causada por doenças
que afetam os músculos ou nervos que sustentam a coluna vertebral (paralisia
cerebral, distrofia muscular).
Escoliose degenerativa:
Desenvolve-se em adultos devido ao desgaste das articulações da coluna
vertebral.
Sintomas:
Curvatura
visível da coluna
Ombros ou quadris
desnivelados
Escápulas (omoplatas)
proeminentes
Dores nas costas (mais comum em
adultos)
Dificuldade para respirar (em casos
graves)
Fatores de
risco:
Idade
(adolescência)
Histórico familiar de
escoliose
Certos problemas neurológicos ou
musculares
Anormalidades congênitas da coluna
vertebral
Diagnóstico:
Exame
físico
Radiografias da coluna vertebral (para medir o
ângulo da curvatura)
Ressonância Magnética (RM) em alguns
casos
Tratamento:
O tratamento depende da gravidade da curvatura e da idade do paciente:
Observação:
Para curvaturas leves que não estão progredindo.
Colete
ortopédico: Para impedir a progressão da curvatura em adolescentes em
crescimento.
Cirurgia: Para corrigir curvaturas
graves.
Fisioterapia: Para fortalecer os músculos do
tronco e melhorar a
postura.
Prevenção:
Não há como prevenir a escoliose idiopática. A detecção precoce e o
tratamento adequado podem ajudar a prevenir
complicações.
Outras informações
importantes: O acompanhamento médico regular é importante para
monitorar a progressão da escoliose e ajustar o tratamento conforme
necessário.