Obesidade

Atendimento em Psiquiatria, Ginecologia, Pediatria, Ortopedia e Cirurgião Geral

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Condição multifatorial caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal (IMC ≥30kg/m²), representando risco à saúde. Associada a fatores genéticos, metabólicos, comportamentais e socioambientais. Aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, apneia do sono e certos tipos de câncer.
  1. O que é: Obesidade é uma condição médica caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, que pode ser prejudicial à saúde. É definida como um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30 kg/m².
  2. Tipos: A obesidade pode ser classificada de acordo com a distribuição da gordura corporal:
    • Obesidade androide (abdominal ou central): A gordura se acumula principalmente na região abdominal. Está associada a maior risco de doenças cardiovasculares e diabetes.
    • Obesidade ginoide (periférica ou em pera): A gordura se acumula principalmente nos quadris e coxas.
    Também pode ser classificada de acordo com a causa:
    • Obesidade primária (ou simples): Resulta de um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia (comer mais calorias do que o corpo gasta).
    • Obesidade secundária: Causada por outras condições médicas (hipotireoidismo, síndrome de Cushing) ou pelo uso de certos medicamentos.
  3. Sintomas: A obesidade em si nem sempre causa sintomas, mas o excesso de peso pode levar a:
    • Fadiga
    • Falta de ar
    • Apneia do sono
    • Dor nas articulações
    • Suor excessivo
    • Problemas de pele (estrias, acantose nigricans)
    • Varizes
    • Infertilidade
    • Dificuldade para realizar atividades físicas
    • Baixa autoestima
    • Depressão
    • Ansiedade
    Além disso, a obesidade aumenta o risco de desenvolver diversas doenças:
    • Doenças cardiovasculares (hipertensão arterial, doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral – AVC)
    • Diabetes tipo 2
    • Dislipidemia (colesterol alto, triglicerídeos altos)
    • Síndrome metabólica
    • Câncer (mama, cólon, endométrio, rim, esôfago)
    • Osteoartrite
    • Doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA)
    • Apneia do sono
    • Problemas de fertilidade
  4. Fatores de risco:
    • Genética (predisposição familiar à obesidade)
    • Estilo de vida:
      • Dieta rica em calorias, gordura saturada, açúcar e alimentos processados
      • Sedentarismo
      • Sono inadequado
      • Estresse
    • Fatores ambientais:
      • Disponibilidade de alimentos altamente calóricos e de baixo custo
      • Marketing agressivo de alimentos processados
      • Falta de acesso a locais seguros para atividade física
    • Certas condições médicas e medicamentos:
      • Hipotireoidismo
      • Síndrome de Cushing
      • Síndrome dos ovários policísticos
      • Certos antidepressivos, corticosteroides e antipsicóticos
  5. Diagnóstico: O diagnóstico da obesidade é feito através de:
    • Índice de massa corporal (IMC): Calculado dividindo o peso em quilogramas pela altura em metros ao quadrado (kg/m²). Um IMC de 30 ou mais indica obesidade.
    • Circunferência da cintura: Mede a quantidade de gordura abdominal. Uma circunferência da cintura acima de 88 cm em mulheres e acima de 102 cm em homens indica maior risco de doenças metabólicas.
    • Avaliação da composição corporal: Para medir a porcentagem de gordura corporal.
    • Exames de sangue: Para verificar os níveis de colesterol, glicose, função tireoidiana e outros marcadores de doenças relacionadas à obesidade.
  6. Tratamento: O tratamento da obesidade visa reduzir o peso, melhorar a saúde metabólica e prevenir complicações:
    • Mudanças no estilo de vida:
      • Dieta hipocalórica e equilibrada: Reduzir a ingestão de calorias e aumentar o consumo de frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras.
      • Atividade física regular: Pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana.
      • Terapia comportamental: Para ajudar a pessoa a modificar os hábitos alimentares e de atividade física.
    • Medicamentos para perda de peso:
      • Orlistat: Impede a absorção de gordura no intestino.
      • Liraglutida e semaglutida: Análogos do GLP-1, que reduzem o apetite e aumentam a saciedade.
      • Naltrexona/bupropiona: Combinação de medicamentos que atuam no cérebro para reduzir o apetite e o desejo por comida.
    • Cirurgia bariátrica: Em casos de obesidade grave que não respondem a outros tratamentos. Existem diferentes tipos de cirurgia bariátrica:
      • Bypass gástrico
      • Gastrectomia vertical (sleeve)
      • Banda gástrica ajustável
      • Derivação biliopancreática
  7. Prevenção: A prevenção da obesidade envolve:
    • Adotar uma dieta saudável rica em frutas, vegetais e grãos integrais.
    • Limitar o consumo de alimentos processados, bebidas açucaradas e gorduras saturadas e trans.
    • Praticar atividade física regularmente.
    • Limitar o tempo de tela (televisão, computador, celular).
    • Dormir o suficiente.
    • Gerenciar o estresse.
  8. Outras informações importantes: A obesidade é uma doença crônica que requer acompanhamento médico regular. O tratamento adequado pode ajudar a reduzir o peso, melhorar a saúde metabólica e prevenir complicações graves.

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