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Infecção viral exantemática causada pelo
vírus da rubéola, caracterizada por exantema maculopapular discreto,
linfadenopatia retroauricular, suboccipital e cervical. Geralmente benigna em
crianças, mas teratogênica em gestantes, podendo causar a síndrome da rubéola
congênita.
O que
é: Rubéola (sarampo alemão) é uma doença infecciosa contagiosa
causada pelo vírus da rubéola. A rubéola geralmente é uma doença leve, mas
pode ser grave em mulheres grávidas, pois pode causar defeitos congênitos no
bebê.
Tipos: Não há tipos
diferentes de rubéola, pois é causada por um único tipo de
vírus.
Sintomas: Os sintomas
da rubéola geralmente são leves e podem incluir:
Erupção
cutânea: Manchas rosadas ou avermelhadas que começam no rosto e se espalham
para o corpo.
Febre baixa
Dor de
cabeça
Dor de garganta
Coriza
Olhos
vermelhos
Linfonodos inchados no pescoço e atrás das
orelhas
Em adultos, os sintomas podem ser mais graves e
podem incluir dor nas articulações.
Fatores
de risco:
Não ter sido vacinado contra a
rubéola (vacina MMR).
Contato com uma pessoa infectada
com rubéola.
Viagem para áreas onde a rubéola ainda é
comum.
Diagnóstico:
O diagnóstico da rubéola geralmente envolve:
Exame físico:
Avaliação da erupção cutânea e outros sintomas.
Exames de
sangue: Para detectar a presença de anticorpos contra o vírus da
rubéola.
Tratamento:
Não há tratamento específico para a rubéola. O tratamento visa aliviar os
sintomas:
Repouso
Hidratação
Analgésicos
(paracetamol ou ibuprofeno) para reduzir a febre e a
dor.
É importante evitar contato com mulheres grávidas,
pois a rubéola pode causar defeitos congênitos no bebê.
Prevenção:
A prevenção da rubéola é feita através da vacinação com a vacina MMR
(sarampo, caxumba e rubéola). A vacina é administrada em duas doses, a
primeira aos 12 meses de idade e a segunda entre os 4 e 6 anos de idade. A
vacinação é recomendada para todas as crianças e para adultos que não foram
vacinados ou que não têm comprovação de
imunidade.
Outras informações
importantes: A rubéola é uma doença grave em mulheres
grávidas, pois pode causar defeitos congênitos no bebê (síndrome da rubéola
congênita), como surdez, cegueira, problemas cardíacos, deficiência mental e
autismo. É fundamental que todas as mulheres que planejam engravidar
verifiquem sua imunidade contra a rubéola e se vacinem, se
necessário.