Atendimento em Psiquiatria, Ginecologia, Pediatria, Ortopedia e Cirurgião Geral
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Frequência cardíaca superior a 100
batimentos por minuto, podendo ser sinusal (fisiológica ou patológica) ou
arrítmica (supraventricular ou ventricular). Etiologias incluem alterações
autonômicas, cardiopatias estruturais, drogas/medicamentos, distúrbios
metabólicos e endócrinos.
O que
é: Taquicardia é uma condição em que o coração bate mais
rapidamente do que o normal. Em adultos, considera-se taquicardia quando a
frequência cardíaca é superior a 100 batimentos por minuto em repouso.
Tipos:
Existem vários tipos diferentes de taquicardia, classificados de acordo com a
origem e a velocidade dos batimentos
cardíacos:
Taquicardia sinusal: A frequência cardíaca é
acelerada, mas o ritmo é normal. É uma resposta fisiológica ao exercício,
estresse, febre ou ansiedade.
Taquicardia
supraventricular (TSV): Ritmo cardíaco acelerado originado nas câmaras
superiores do coração (átrios).
Fibrilação atrial (FA):
Ritmo cardíaco rápido e irregular causado por sinais elétricos caóticos nos
átrios.
Flutter atrial: Ritmo cardíaco rápido e regular
causado por um circuito elétrico anormal nos átrios.
Taquicardia
ventricular (TV): Ritmo cardíaco acelerado originado nas câmaras inferiores
do coração (ventrículos).
Fibrilação ventricular (FV):
Ritmo cardíaco caótico e irregular nos ventrículos, que impede o coração de
bombear sangue de forma eficaz. É uma emergência
médica.
Sintomas:
Os sintomas da taquicardia podem variar dependendo do tipo de arritmia, da
frequência cardíaca e da saúde geral da pessoa:
Palpitações
(sensação de batimentos cardíacos rápidos, fortes ou
irregulares)
Diagnóstico:
O diagnóstico da taquicardia envolve:
Histórico clínico e
exame físico: Avaliação dos sintomas e histórico
médico.
Eletrocardiograma (ECG): Para avaliar a atividade
elétrica do coração e identificar a causa da taquicardia.
Holter:
Monitoramento contínuo do ECG por 24 horas ou
mais.
Monitor de eventos: Dispositivo que registra o ECG
quando o paciente sente sintomas.
Estudo
eletrofisiológico (EEF): Procedimento invasivo para avaliar o sistema
elétrico do coração e identificar a origem da
arritmia.
Tratamento:
O tratamento da taquicardia depende do tipo de arritmia, da gravidade dos
sintomas e da saúde geral do paciente:
Taquicardia
sinusal: Geralmente não requer tratamento, a menos que seja causada por outra
condição médica.
Taquicardia supraventricular
(TSV):
Manobras vagais: Técnicas para estimular o nervo
vago e retardar a frequência cardíaca.
Medicamentos:
Adenosina, bloqueadores dos canais de cálcio,
betabloqueadores.
Ablação por cateter: Procedimento para
destruir o tecido cardíaco anormal que está causando a
arritmia.
Fibrilação atrial (FA) e
Flutter atrial:
Medicamentos: Para controlar a frequência
cardíaca (betabloqueadores, bloqueadores dos canais de cálcio, digoxina) e prevenir
coágulos sanguíneos (anticoagulantes).
Cardioversão:
Choque elétrico para restaurar o ritmo cardíaco
normal.
Ablação por cateter: Procedimento para destruir o
tecido cardíaco anormal que está causando a arritmia.
Taquicardia
ventricular (TV) e Fibrilação ventricular
(FV):
Cardioversão: Choque elétrico para restaurar o ritmo
cardíaco normal.
Medicamentos: Antiarrítmicos.
Implante
de cardiodesfibrilador implantável (CDI): Dispositivo que monitora o ritmo
cardíaco e fornece um choque elétrico para interromper arritmias
perigosas.
Prevenção:
A prevenção da taquicardia envolve:
Controlar a pressão
arterial.
Manter o colesterol sob
controle.
Parar de fumar.
Controlar o
diabetes.
Manter um peso
saudável.
Praticar atividade física
regularmente.
Adotar uma dieta
saudável.
Limitar o consumo de cafeína e
álcool.
Gerenciar o estresse.
Outras
informações importantes: Algumas taquicardias são inofensivas,
enquanto outras podem ser perigosas e até fatais. É importante procurar
atendimento médico se você tiver sintomas de taquicardia.